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De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais em sua 5ª edição revisada (DSM-5-TR), editado pela Associação Americana de Psiquiatria, o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é classificado como um transtorno do neurodesenvolvimento.
Historicamente, o TEA já recebeu diversas denominações: síndrome de Kanner, autismo infantil precoce, autismo atípico, entre outros. Atualmente, a ciência adota o termo espectro para refletir a heterogeneidade do transtorno. Isso significa que ele varia imensamente em sua apresentação, no nível de desenvolvimento da criança (idade e habilidades) e, principalmente, na intensidade dos prejuízos (gravidade), que podem oscilar de leves a severos.
Dessa forma, encontramos crianças, adolescentes e adultos com perfis únicos, exigindo um olhar individualizado.
É fundamental enfatizar que os sintomas do TEA causam impactos significativos no funcionamento social, no aprendizado e no comportamento.
REFERÊNCIAS:
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. 5. ed. texto rev. Porto Alegre: Artmed, 2023<.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação Estatística Internacional de Doenças (CID-11). Genebra: OMS, 2022.
LORD, C. et al. Autism spectrum disorder. Nature Reviews Disease Primers, v. 6, n. 1, 2020.
KANNER, L. Autistic disturbances of affective contact. Nervous Child, v. 2, 1943.
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